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Explorando o mundo e descobrindo a mim mesma

No ano passado, aos 25 anos, tive a oportunidade de embarcar em um avião pela primeira vez. Escolhi Buenos Aires, na Argentina, como destino para a minha lua de mel.


Quando o avião pousou, eu já não era mais a mesma pessoa. 

Para muitos, viajar pode ser algo rotineiro, mas para mim era uma possibilidade distante. Vindo de uma família com recursos limitados, explorar o mundo era apenas um sonho distante, uma ideia que parecia impossível.


Graças ao advento da tecnologia, percebi que com planejamento e acesso às informações eu poderia ir longe.


A vontade de conhecer outras culturas e realidades já era maior que o medo, então comecei a planejar minha primeira aventura internacional. Essa viagem foi um divisor de águas na minha vida, porque percebi que posso ser a protagonista da minha história e chegar em todo lugar que desejo


Exatamente um ano depois, eu estava pisando em solo chileno e fui surpreendida com um outono atípico. Nevou em pleno maio e um sonho de infância se realizou: vi a neve pela primeira vez! Esse era um sonho que eu havia deixado de lado porque parecia impossível.


Cresci assistindo filmes que foram ambientados na neve, mas como não nevava no Brasil, principalmente no calor do Rio de Janeiro, achava que não seria capaz de conhecer aquela imensidão branca. E agora, depois de adulta, eu estava brincando na neve e deixando a minha versão criança bem feliz. 


Descobri que meu maior sonho é vivenciar diferentes rotinas e culturas. Andar sem rumo pelas ruas de um lugar desconhecido, apenas observando o ambiente e tirando fotos, se tornou minha atividade favorita. Essa é a minha maneira preferida de descobrir novos lugares. Viajar pode expandir nossa compreensão do mundo, abrir nossa mente para novas perspectivas e aumentar nossa bagagem cultural. Também percebi como a cultura de cada lugar é vibrante e viva, com pontos em comum, mas muito distintos entre si, como por exemplo a língua.


Embora tenha estudado espanhol na escola e participado de imersões na TALKNTALK, tive certa dificuldade no Chile, porque as pessoas falam rápido e o sotaque é bem marcante. Mas também descobri algumas expressões que apenas são usadas pelos chilenos, como por exemplo a palavra “pololo”, para se referir a um parceiro romântico.  


Não existe idade certa para realizar sonhos.


Se você não conseguiu realizar algum sonho quando era adolescente, por que não realizar depois de adulto? Se você ainda não consegue se comunicar naquele idioma dos sonhos, por que não dar os primeiros passos agora?


Não tenha medo de sonhar, a vida é feita para sonhadores!

O tempo é precioso e devemos aproveitá-lo ao máximo.


Tive a oportunidade de compartilhar essa história durante uma imersão aqui na TALKNTALK. Foi uma experiência incrível conversar com outros participantes sobre as maravilhas de viajar e explorar novas experiências!


Se você quer saber como funciona uma imersão, confira a gravação no nosso canal no YouTube.



Junte-se a nós em talkntalk.com.br/booking e embarque nessa jornada!

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